Depáro-me com uma situação nova. Agora sinto arrependimento pela vida desprendida e despreocupada que levo. Still, it lacks me no sorrow. A minha consciência não me deixa voar como uma pena pelas brumas da aventura. O bem-estar em que opto estar por momento é mais pesado do que eu desejo que seja: sei que não devo, mas não tiro qualquer prazer das minhas escapadelas.
A noite de ontem. A espectativa que tinha. Foi entre amigos, não tenho dúvidas. Aquilo era o que melhor se parecia com amigos. Tolerância, riso, sentir-se bem. Nada é como dantes e em parte vivo na sombra de o passado reencontrar-me.
Além disso, acho que não sou capaz de admitir que as coisas estajam finalmente a correr bem. Afinal, é um ideal quase impossível. Há tempos, conclui que apenas a intímidade nos permitia aproximarmo-nos do bem-estar. Será assim? Não parece, embora as outras vias tragam algo mais que a própria paz.
Agora opto (quero pensar que não sou levado, empurrado pelo vento) por me divertir inconsequentemente. Tenho a ilusão de não voltar a ter opurtunidade de o fazer. Still, sinto-me perante um erro irreversível. Tal como aqueles de quem tem medo de ficar mal conhecido numa cidade em que está condenado a viver internamente. Será assim comigo?
quinta-feira, maio 19, 2005
13:15 -
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