A primeira vez que me salta da cabeça em tempo útil. Agora, convém concretizar.
Vejo o meu tipo e o dele, o meu falhado, cheio de gafes, o dele virtuoso, genuíno e natural. Eu, penso pensar o meu comportamento e conduzir-me ao inevitavelmente ao descalabro. Ele não espera nada, age institivamente e instataneamente sem dar espaços a que a falha possa prevalecer, assim que a oportunidade mais inesperada surja. Ele é reconhecido como alguém de mérito e eu não consigo passar da marca de idiota, na melhor das hipóteses, excêntrico desadaptado.
Não posso dizer que isto seja novo. Também não posso dizer que já tenha conseguido resolver o problema.
Ele nunca parou para pensar porque anda erecto. Eu, desde que pensei nisso, devo ter ficado tão perturbado com a ideia que nunca mais consegui agir normalmente (aka ter uma postura normal) enquanto ando na rua. Para ele o tema é tão inospido e proibido como pensar como respiramos. Para mim, foi uma falha minha ainda não ter pensado nisso.
Não existe lugar para vidas disfuncionais.
Este post deve marcar uma tendência futura: posts sucintos. A ver vamos se não mudo de ideias, que é o mais provável; não prometo nada.
domingo, junho 05, 2005
22:15 -
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