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tenaz

TENACidades 

quinta-feira, maio 19, 2005

13:15 -

Depáro-me com uma situação nova. Agora sinto arrependimento pela vida desprendida e despreocupada que levo. Still, it lacks me no sorrow. A minha consciência não me deixa voar como uma pena pelas brumas da aventura. O bem-estar em que opto estar por momento é mais pesado do que eu desejo que seja: sei que não devo, mas não tiro qualquer prazer das minhas escapadelas.
A noite de ontem. A espectativa que tinha. Foi entre amigos, não tenho dúvidas. Aquilo era o que melhor se parecia com amigos. Tolerância, riso, sentir-se bem. Nada é como dantes e em parte vivo na sombra de o passado reencontrar-me.
Além disso, acho que não sou capaz de admitir que as coisas estajam finalmente a correr bem. Afinal, é um ideal quase impossível. Há tempos, conclui que apenas a intímidade nos permitia aproximarmo-nos do bem-estar. Será assim? Não parece, embora as outras vias tragam algo mais que a própria paz.
Agora opto (quero pensar que não sou levado, empurrado pelo vento) por me divertir inconsequentemente. Tenho a ilusão de não voltar a ter opurtunidade de o fazer. Still, sinto-me perante um erro irreversível. Tal como aqueles de quem tem medo de ficar mal conhecido numa cidade em que está condenado a viver internamente. Será assim comigo?

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13:10 -

Como primeiro post, deve ficar uma observação há cerca do começo de um blog. Nomeadamente, o porquê do seu criador o estrear.
No entanto, tal como muita coisa, não parece ter explicação muito simples. Afinal, para que escrevo eu um blog? Não é um diário, porque está sempre aberto aos olhares do mundo (ou não fosse esse o desígnio da web), muito menos é privado. Um blog é então algo que está em contacto com o lado que não tem por hábito ler as intimidades do seu autor. Nenhuma conversa disparatada e inconsequente deve, por isso, ser públicada num blog - claro, nem sempre é assim. Mas será a diferença entre o receptor do meio que define o carácter da escrita - assim, pede-se responsabilidade. Mas este factor nunca esteve no âmbito da web.
Segundo o que tenho vindo a ver, um blog é até mesmo uma forma de partilhar a intimidade, que em condições normais devia ser restrita, de forma a mostrar-se a qualquer tipo de pessoa que se possa cruzar na sua URL. Isto dá algo (pouco) que pensar. Será que o "travar conhecimento" passou de relacionamento, química, confiança, prazer e bem-estar para o seu extremo oposto? Sinceramente, parece haver agora um desespero de se dar a conhecer a quem quer que atravesse a rua e tenha a (in)felicidade de tropeçar no esboço da sua vida. Será isto uma consequência das sociedades pós-modernas que povoam o planeta actualmente em que se substitui o embaraço da solidão por um animal de estimação exótico de €250? Estarei eu apenas a delirar com o ar que respiro?
Isto vai demorar tempo.

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