No te vayas, llegará enseguida.
sexta-feira, junho 13, 2014
16:15 -
Há coisas que me comovem profundamente. A humildade humana prostrada perante Deus. Um "Insha'Allah" de subserviência num reconhecimento de insignificância. Uma mãe que engole um grito surdo de dor porque perdeu um filho. A dor vivida em toda a escala de agudos, lancinante e pérfida. Há coisas que não consigo, não quero explicar. A beleza pode apenas medir-se pela toma do impessoal, do transcendente, da entrega. Pela descaracterização de significado, e pela retoma de consciência. A retoma do ser. Um leito de tempo, um rio de coisas nenhumas. Um manto de conforto universal. Um ter inerte, inconsequente, irrelevante.
quarta-feira, junho 11, 2014
13:02 -
Não sei do que falas. Não sei o que queres dizer, nem se o queres dizer. Não compreendo onde é que entra a temperança, onde sai a sensatez. Por onde anda o raciocínio. Se persiste a disposição de me manter atingível, se cessa a iniciativa de chegar a mim. Quem traz a prudência. Onde penetra a boçalidade. Quando nos abandona a paixão. Se fica a esperança.
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