Falo quando uma das mulheres que me levam a pensar em termos apocalípticos se encontra fora. Incorrecto, pode pensar-se. Hipócrita, talvez. Mas principalmente egoísta.
Não és aquela, mas aquelas são
As que me tiram e que às vezes dão
Eu quero-te mas...
"Everytime you close your eyes"
Não podes chegar, nunca
Eu não chegarei lá
Sim, elas gostam de rir-se; às vezes até são inseguras, tudo faz parte da condição humana, é normal, mas não o devia ser nelas.
Elas, que sabem pôr-nos a sentir que somos menos e que o seremos sempre, nem desconfiam que há pessoas que estão cientes da sua condição. Provavelmente nem essas mesmas pessoas o estão, o que só prova a mestria com que foi composta toda uma condição com o fim de alienar a sociedade.
Bem, sabem o que é que eu vejo? Vejo que o meu caderno tem as capas cheias de detritos que caem da parede. Significa que me estou a alongar no tempo.
Hasta.
said...
não são as mulheres, mas os seres humanos... a solidão é 1a barreira intransponível... cada um está apenas csg mm, isolado e "protegido" pelo seu fosso de solidão... ninguém se dá a ninguém... a imaginação protege-nos do absurdo, constrói quimeras k n vão além dela ppa, mas k, ainda assim, nos permitem sustentar a fé de podermos ou não "chegar lá"... de ter acesso ao outro...
não são as mulheres... mas humanidade... a vida é um absurdo... podemos assumi-lo ou mascará-lo (com um sorriso, pq n?)pa se ir vivendo...
M.Prazeres
said...
Ups... please actualiza este blog... tá-se a perder qq coisa...
