Hoje acordei e sonhei. Foi um sonho estranho, mas não assim tão estranho. Começava de novo. Passava por aqueles corredores cheios de luz que transmitem vivacidade, e eu próprio tinha a fazia parte dessa vivacidade. Era mais: era a oportunidade e a sensação que aquele tempo nunca ia acabar; mergulhar num espaço em que as coisas são inconsequentes e temos o direito de experimentar. Não ter medo de sujar os pés; depois limpava-se. Mais do que isso, jamais pesavam as decisões. E isto trouxe-me uma sensação de serenidade avassaladora.
A manhã foi um vislumbre de ataraxia: não é um prémio de que muitos se possam gabar.
sexta-feira, janeiro 18, 2008
05:40 -
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